quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Yes Man!

Foi depois de dar algumas risadas com o filme “Sim Senhor” (Yes Man), que parei para pensar sobre as oportunidades que surgem em nossas vidas. “Sim Senhor” é daqueles filmes que, além de engraçados, trazem algo de bom a quem assiste: a boa e velha “moral da história”. Carl, interpretado por Jim Carrey, é um sujeito negativo que não liga para os amigos, preferindo passar seu tempo livre sozinho. Ele é convidado por um antigo conhecido para participar de um “culto” de autoajuda. Decide ir, e sai de lá com um pacto: dizer sim para todas as oportunidades que surgirem (absurdas ou não). A prova de fogo começa logo na saída do “culto": um mendigo pede carona a Carl. Não bastando, pede para usar seu celular. Ele diz “sim” para essa nova “oportunidade” e, a partir daí, coisas inesperadas passam a acontecer em sua vida. É o poder do sim e seus efeitos ‘colaterais’.
Claro que o filme tem seus exageros (hey, é Jim Carrey!), afinal, dizer sim para tudo, definitivamente, não é a melhor escolha. A moral da história é justamente essa: Estar aberto para as possibilidades que a vida oferece pode ser ótimo e render bons frutos, desde que haja um filtro. Desde que o “sim” seja arbitrário.
Perdemos muitas oportunidades interessantes por estarmos acostumados a dizer “não”. O “não” do preconceito, do medo, da preguiça e da indiferença.
“Não gosto daquela pessoa.”
“Não quero tentar isso.”
“Não vou.”
“Não me interessa.”
Pode ser divertido dizer sim, por exemplo, quando o assunto for um desafeto. Ou você nunca disse “não vou com a cara do fulano”, e, depois que o conheceu, passou a admirá-lo? É... O “sim” pode revelar a pessoa especial por trás da máscara de bicho-papão. O “sim” também pode fazer com que você vença desafios, obstáculos e limites pessoais. O “sim” só não deve contrariar seus valores. Use o “sim” para ajudar, para aprender, para conhecer e mudar conceitos.


“Uma pessoa que ama diz “sim” para a vida, “sim” para a alegria, “sim” para o conhecimento, “sim” para as pessoas, “sim” para as diferenças.
Sabe que todas as coisas e todas as pessoas têm algo a lhe oferecer, que todas as coisas estão em todas as coisas. Se “sim” for muito ameaçador, tente um “talvez”. (Leo Buscaglia)

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